DOULA PARTO

Curso EaD de formação
Por uma doulagem competente, ética e responsável
Carga horária: 130hs

Conteudo prográmatico

MÓDULO I - A obstetrícia no Brasil: passado e presente

1. A cultura obstétrica hoje
2. Parto vaginal e cesárea
3. O parto antes da obstetrícia

4. A evolução do parto humano e da assistência ao parto
5. Antropologia do nascimento segundo Robbie Davis-Floyd
6. Leis

a. Lei Federal 11.108 – Lei do Acompanhante (2005)

b. Rede Cegonha - PORTARIA Nº 1.459, DE 24 DE JUNHO DE 2011

c. PORTARIA Nº 371, DE 7 DE MAIO DE 2014 - Institui diretrizes para a organização da atenção integral e humanizada ao recém-nascido (RN) no Sistema Único de Saúde (SUS)

    d. LEI No 5.534, de 28 de agosto de 2015.

e. Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal (2017)
7. Mortalidade materna

8. Vídeo-aula (click aqui para assistir)

 

MÓDULO 2 - O parto

1. Noções básicas de anatomia e fisiologia do parto

2. Intervenções médicas mais comuns

3. Episiotomia e assoalho pélvico

4. Recomendações da OMS

5. Iatrogenia

6. Medicina baseada em evidências

7. Vídeos (links na apostila)

8. Data Provável de Parto (DPP) 

9. Tipos de parto 

10. Posições que favorecem o parto

11. Condições em que pode acontecer o parto

12. Locais de parto 

13. Tipos de assistência ao parto

14. Parto natural

15. Parto hospitalar

16. Cesárea

17. A cesárea que queremos

18. O parto vaginal após a cesárea

19. Quando o parto natural não é possível

20. As fases do trabalho de parto

21. Entendendo as contrações

22. O que é a partolândia?

23. Parto orgásmico?

24. A Hora da Covardia

25. Círculo de Fogo

26. Primeiros cuidados com o bebê ao nascer 

27. Distócias físicas e emocionais no parto 

28. O direito do acompanhante no parto

29. Vídeo-aula (links na apostila)

 

MÓDULO 3 - A doula

1. Quem é a doula: funções e histórico

2. Uma profissão recente 

3. Doula e gestante: relação humana

4. Evidências científicas dos benefícios da doula 

5. A bolsa da doula 

6. Diferenciando o papel da doula dos outros profissionais no parto

7. Vídeo-aula (click aqui pra assistir)

MÓDULO 4 - Atividades e funções da doula – apoio físico

1. Anatomia da bacia pélvica e as consequências fisiológicas das diferentes posturas para parir

2. Dicas de posições para o trabalho de parto e parto

3. Métodos de alívio não farmacológico para a dor do parto

4. Massagem de parto

5. Respiração e relaxamento

6. Vídeo-aula (click aqui para assisitir)

 

MÓDULO 5 - Atividades e funções da doula – apoio psico-emocional

1. Parto como símbolo

2. Parto como iniciação

3. Parto como exercício da cidadania

4. Parto como experiência do sagrado

5. Doula como mediadora e facilitadora

6. A doula numa cesárea de emergência

7. Vídeo-aula (click aqui para assisitir)

MÓDULO 6 - Atividades e funções da doula – apoio psico-espiritual

1. Visualização

2. Hypnobirthing

3. Vocalização e canto

4. Oração e meditação

5. Inteligência emocional

6. Querer é poder?

7. Apoio à perda gestacional e neonatal

8. Rituais e intuição

9. Vídeo-aula (click aqui para assistir)

 

MÓDULO 7 - A identidade da doula

1. A doula e seu corpo

2. A doula, seu parto e o parto da outra

3. A doula é feminista?

4. Ser doula: por quê e para quê?

5. Diferença entre Doula e Acompanhante

6. Diferença entre Doula e Equipe 

7. A importância de ter um grupo de apoio de doulas

8. Vídeo-aula (click aqui para assistir)

 

MÓDULO 8 - Ética da doula e integração na equipe 

1. Relação com a mulher, limites entre amizade e profissionalismo

2. Relação com os profissionais de saúde

3. Humanizando os profissionais de saúde

4. Plano de parto 

5. Modelo de Notificação Extrajudicial

6. Doula e ativismo

7. Vídeo-aula (click aqui para assistir)

 

MÓDULO 9 - Começando sua atuação

1. Diferentes aspectos da atuação da doula 

1. A doula e seu coração

2. A doula e seu bolso

3. A doula e sua mente

4. Diferentes formas de doular 

5. Caminhando para a atuação eticamente consciente e responsável

6. Modelo de contrato 

7. Algumas dicas práticas

8. Vídeo-aula (click aqui para assistir)

Para quem?

Para quem deseja servir as mulheres em seus partos, dando suporte físico, emocional e cognitivo.

Curso inteiramente à distância

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Como se inscrever

A inscrição ao curso ocorre em 5 passos:

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R$ 510

À vista

Depósito ou transferência bancária para: Bradesco, Ag. 1363, C/c. 0054004-8; Adriana Tanese Nogueira da Silva; CPF: 074.851.107-56.

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US$ 299

Do exterior

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Proposta

Curso téorico e prático estruturado em apostilas digitais com material expositivo e vídeo-aulas.

Duração

Mínimo: 1 semana

Máximo: 12 meses

Início: imediato

Material

1 PDF imprimível de 158 páginas.

E vídeo-aulas.

Objetivo

Formar acompanhantes especializadas para o conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo durante o trabalho de parto, parto e imediato pós-parto

Prova escrita

30 perguntas de conhecimento específico das quais 3 são de análise de caso para o exame que dá o direito ao certificado. 

​Público Alvo

Interessados e profissionais da área obstétrica, psicólogas, terapeutas ocupacionais e holísticos, educadoras perinatais e doulas que queiram se reciclar. 

>>Não é necessário ser profissional de saúde. 

Certificado

O certificado é digital e será recebido por email. 

 

Certificado impresso:

R$ 175 - envio regular

R$ 250 - envio urgente

R$ 300 - autenticado

R$ 50 - segunda via digital

Carteirinha

Digital e sob pedido, somente para as nossas alunas.

Valor: R$ 50

Enviar por e-mail comprovante, foto, n. certificado, RG e curso realizado.

Seu Certificado

Carteirinha

Leituras sugeridas:

1) Guia da Doula Parto. Biblioteca 24 Horas, 2010.

2) Mulheres (e Homens) Contam o Parto 2. Biblioteca 24 Horas, 2011.

3) O Renascimento do Parto de Michel Odent.

4) Ciência do Início da Vida de Eleanor Luzes, disponível para download no site Ciência do Início da Vida.org.

Material e Benefícios:

- Apostila completa com tudo o que uma doula pós-parto precisa.

- Certificado para quem completar o teste final.

- Cadastro na Rede Amigas do Parto.

Vantagens do Certificado:

* Atualizar seu Currículo, aumentando sua credibilidde e chances de trabalho

* Completar horas em atividades Extracurriculares (geralmente exigidas em Faculdades);
* Progressão Funcional para Servidores Públicos;
* Pré-Requisito para concursos e cursos.

A essência da doula é por natureza contra o sistema de monopólio, mercantilista e oportunista do mercado obstétrico.

A humanização do parto não pode cair no mesmo paradigma.

A qualidade de uma doula não está vinculada à sua aceitação parte de qualquer organização, institucional ou "alternativa".

 

A qualidade de uma doula consiste em sua consciência do valor transformador, ético, socialmente responsável e honesto que realiza. Uma doula verdadeira é feminista, socialmente justa e não se submete à regras externas que têm a finalidade de controlar seu agir e vincular sua fidelidade à relações de poder.

Sejamos verdadeiras!

10/02/2017

 

Prezadas ADoulaRJ

 

Recebemos sua Matriz Curricular mínima de Formação de Doulas somente dois dias atrás (no final de tarde do dia 08/02), o que não nos deu muito tempo para discutirmos sua proposta. Mas seguem algumas considerações que esperamos serão levadas em consideração para favorecer o dialogo.

Em primeiro lugar, discordamos da delimitação da parte EaD a somente 20 horas das 180 horas de curso que você estabeleceram. Hoje em dia, temos cursos de todos os tipos no formato EaD, de enfermagem assim como de doula. Exemplos: Birth Arts Internationa: http://www.birtharts.com/, Doula Training: https://www.trainingdoulas.com/, International Doula Institute: http://internationaldoulainstitute.com/online-doula-training/. Por que no Brasil isso seria inadmissível? Qual é o sentido de negar a possibilidade da formação de doula a tantas mulheres que querem ajudar mas que não têm tempo e recursos para se deslocar para outras áreas, ausentar-se de suas famílias, filhos, empregos, e ter um gasto que não podem se permitir? Por que elitizar? Por que excluir no lugar de incluir e democratizar o acesso?

Em segundo lugar, não há nada sobre o que é a essência da doula: sua dimensão humana, emocional, afetiva. Onde ficou o famoso apoio emocional da doula, razão pela qual ela surgiu na cena mundial? A palavra “emocional/is” aparece somente duas vezes em sua grade de 180hs: nos Eixos VII e VIII, Violência obstétrica e Puerpério, onde a doula estaria chamada a dar apoio emocional nessas duas circustâncias. Como se fosse fácil fazer isso, certo? Como se ver a violência obstétrica sendo atuada em outra mulher não tivesse qualquer impacto no emocional da doula. Como se o puerpério solitário, difícil e desconhecido da nova mãe não mexesse com a subjetividade de outra mulher. Como se nós mulheres tivéssemos a capacidade de nos desconectar das nossas questões viscerais (a maioria das quais não resolvidas! Baste ver a realidade de gênero do país) para ajudar as questões viscerais de outra mulher! De qual lugar vocês estão falando para desconsiderar tão óbvia questão? Estão conectadas com sua própria visceralidade, com seus dramas, traumas, com sua questão de gênero? Ou têm tudo tão resolvido que não se deram conta que a maioria das mulheres à sua volta não têm isso rendondinho, ou estão desconectadas de si mesmas.

Portanto, a nossa pergunta é: Como a doula estaria capacidadaa oferecer apoio emocional sem ela ter tido sequer uma matéria em sua grade que trate dela como subejtividade, como mulher, como sujeito com emoções?

Complementar a este ponto, segue seu contraponto: não existe um eixo que trate do cuidado ao ser humano. Além de algo sobre si mesma, a aspirando doula deveria ter algo sobre o que é cuidar do outro.

Essa grade está mais focada em criar uma ativista que conhece as polítias públicas do que uma pessoa que sabe olhar para si e para a outra, podendo assim acolher, compreender e receber o outro.

É realmente surpreendente como essa grade reafirma a separação especialista x paciente/cliente. Não é esperando do “especialista”, da “profissional” como vocês definem a doula, qualquer trabalho interior de amadurecimento, basta receber a parte cognitiva e ela estará capacitada a atender as necessidades emocionais de sua cliente! Se o cerne da doula é saber dar apoio emocional (o que não se resume certamente em passar a mão na cabeça da mulher, só faz isso quem não tem recursos emocionais para ser de fato útil) como esse saber ser desenvolvido? Está excluída da grade toda dimensão psicológica! Parabéns. Reafirmando o mesmo modelo que criou essa obstetrícia brutal que criticamos. Nossa comunicação anterior passou evidentemente batida. Mas o público precisa saber, as doulas já formadas e as futuras precisam ter conhecimento que há uma outra visão do que é humanização e do que é ser doula. Não vamos permitir o monopólio, mais uma estrutura corporativista, mais autoritarismo, mais dogmatismo.

Desde 2001, venho promovendo uma humanização que desenvolva senso crítico, autoconhecimento, ética social e uma abordagem que nasça de dentro para fora.  Nesses 16 anos, uma visão solitária ganhou espaço porque não tem anda de pessoal nela. Superar essa separação sujeito-objeto está entre os dozes itens do modelo holístico em medicina que a Robbie Davis-Floyd elaborou, e que é mais uma expressão de uma mudança civilizacional, paradigmática surgida em muitas áreas do conhecimento. Agora, a prática é difícil pelo visto. E se volta às falas racionais e à desconsideração do fator subjetivo.

A medicina que vivemos falhou seu objetivo por que? Por muitos motivos que estão todos centrados numa cisão interna do sujeito de seu objeto de estudo. O médico não se vê no paciente. O médico mantém uma distância “objetiva” que lhe impede de ser empático, de ser humano! O médico quer “ciência”, não humanidade. O médico não sabe lidar com sua subjetividade. O médico nada sabe da realidade holística na qual está inserido com o paciente, não processou ainda o conceito quântico, que já tem mais de um século, de que o observador influi sobre o objeto observado, logo sua postura subjetiva influência o resultado do que ele faz com o paciente. O médico não sabe nada de psicologia, não tem educação emocional, e não acha que isso lhe diz respeito. O médico é ignorante sobre sua própria humanidade e como ele é parte de um sistema maior. Não vê o outro como parte de si. Vive no antigo paradigma cartesiano.

Vocês criaram uma grade de formação que repete esse modelo.

Onde está em sua grade a formação emocional da doula? Onde está o conhecimento do que é inteligência emocional? Onde está o espírito de autoconhecimento para que a doula não projete em cima da grávida suas expectativas frustradas, sua raiva, ressentimento, medo? Temos visto acontecer isso aos montes! Inúmeros partos deram errado por causa das doulas, de sua interferência fora de lugar, de seu autoritarismo, de seu abuso de poder. Não basta regrar a doula, colocar-lhe uma camisa de força para que ela “controle” o que faz ou não faz. Isso já as outras categorias fazem, e falharam (baste ver enfermeiros e médicos, e psicólogos). A pessoa precisa assumir a própria subjetividade. Não se pode ficar só no cognitivo. 

Em terceiro lugar, sua matriz parece querer abranger tudo (menos a subjetividade, claro), incluindo conhecimento sobre o puerpério, o aleitamento materno e até educação pré-natal!  O que acontece com as doulas pós-parto e as facilitadoras e consultoras do aleitamento materno? A doula parto pegou tudo, ocupou todos os espaço. Gulosa, heim? Sua atuação se espraia entre aspectos da enfermagem até pós-parto e amamentação. Discordamos. Os alunos de graduação de enfermagem, curso de 4 anos, com cerca de 4.000 horas, não têm todas as competências requeridas para exercer o que essa grade propõe para formar doulas.

Em quarto lugar, a respeito do Código de ética, algumas considerações e inquietações: 

- No ministério do trabalho e emprego a categoria Doula foi incluída na classificação brasileira de ocupação. Com qual base no que se intitulam como “profissão”? Objetividade aqui é importante. Ocupação não é um desvalor.

- Entendemos que essa discussão é valida apenas para o RJ, pois é uma lei estadual. Não se trata de uma lei federal, mas entendemos também que a mesma possa futuramente servir de subsídio caso venha-se a discutir o tema a nível federal. Portanto, como formular um código de ética sem que haja um amplo debate nacional?

- Uma associação pode formular um código de ética e aplicar sanções? E se a doula não for associada, ela também sofrerá sanções? Se ela sofrer alguma sanção, a associação não estará atuando, agindo como se fosse um conselho profissional? É possível isso? Qual é seu objetivo? Institucionalizar a doula? Sem uma atenção cuidadosa, isso facilmente irá matar a alma da doula e da doulagem. 

                 

- Com base no que decidiram que uma doula deva desaconselhar o parto domiciliar desassistido se uma mulher assim o desejar? Não queríamos “acreditar” nas mulheres? Não buscamos o “empoderamento feminino”? Que direito têm vocês e qualquer um, incluindo uma doula, de dissuadir e assustar uma mulher que sente o desejo de um parto domiciliar desassistido? Nos EUA, essa escolha é legítima e aceita, no Brasil não? Qual é o sentido disso? Reserva de mercado? Uma mulher tem o sagrado direito de decidir o parto que ela quer, e se sentir que é o parto domiciliar desassistido porque desacreditá-la? Quem somos nós? Ou estão querendo dizer que a mulher “não sabe o que quer”? É uma vergonha cercear desse jeito o direito de escolha da mulher. Por sua vez, se uma associação tem o direito de exigir que suas associadas não participem de um parto domiciliar desassistido, orientar essa associada a dissuadir a mulher é contrário ao príncipio de empoderamento feminino na base da humanização. Enfim, uma doula deve poder pensar livrementesem dogmatismo que reafirmam o lugar de incompetência e irresponsabilidade da mulher. Seria simplesmente hipócrita.

Em quinto lugare fechando, nem sempre uma doula encontra uma “tutora”, e pode acontecer que a doula principiante seja muito boa, melhor do que a doula tutora ou a doula da qual é backup. Como fazer?

Enfim, o que define uma boa doula? O fato dela ter sido endossada por colegas e associação? Voltamos ao modelo médico-corporativista.

Nas provas dos meus cursos, as últimas três perguntas remetem à experiências práticas e por elas é possível entender a atitude da pessoa. Conhecimento qualquer um pode ter, mas não necessariamente a atitude certa.

Cordiais saudações e permaneço a disposição caso haja interesse num dialogo.

 

Adriana Tanese Nogueira

Co-fundadora site Amigasdoparto.com (2001)

Fundadora ONG Amigas do Parto (2003)

Dona da Marca AMIGAS DO PARTO desde 2015

Fundadora Instituto Internacional Aella - Ser&Saber Consciente (2015)

Fundadora blog Psicologia Dialética.com (2009)

Dona do Consciousness Boca.com (2012)

Psicanalista, Life Coach, Educadora Perinatal, Filósofa, Educadora, Empoderadora de Mulheres e Homens, Promotora de Direitos Cívicos e Cidadania.

atnhumanize@gmail.com

 

 

 

O método certo nas mãos da pessoa errada dá um resultado errado,

O método errado nas mãos da pessoa certa dá um resultado certo.

Nossa atitude racionalistica nos leva a acreditar que podemos realizar maravilhas com organizações internacionais, legislações e outros sistemas elaborados. Mas na realidade somente uma mudança na atitude individual poderá trazer consigo a renovação do espírito das nações. Tudo começa com o indivíduo.

Conhecer sua própria escuridão é o melhor método para lidar com a escuridão dos outros.

Até você não tornar consciente seu inconsciente, este irá dirigir a sua vida e você o chamará de destino.

 

Sua percepção se tornará clara somente quando você irá olhar dentro de sua alma.

C.G. JUNG

Nota a alunos e interessados: Informamos que todas as mensagens recebidas via WhatsApp e e-mail serão respondidas dentro de 48 horas úteis. Mensagens recebidas no final de semana serão respondidas na segunda feira. Lembramos que o nosso horario de atendimento é de segunda a sexta das 9:00 às 19:00 de Brasília.

Desde já agradecemos pela compreensão.

 

Diretoria AELLA

AELLA - Instituto Internacional de Educação Psicológica e Espiritual

Empresa mantenedora: AELLA - Internacional Institute Of Psychological and Spiritual Education

Registration Number: G20000111943

Endereço: 3200 N Federal Hwy 206-19. Boca Raton, FL 33431 - USA

Email: info@institutossc.com

Celular/WhatsApp: + 55 11 9 6020 7474 (Cláudia)

Responsável: Adriana Tanese Nogueira

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